Momentos constrangedores

Quem nunca pagou mico? Ou cometeu aquela gafe de falar algo que não devia? Ou sobre alguém que não devia? Todo mundo está sujeito a cometer erros, até porque ninguém é perfeito. Apesar do momento constrangedor, depois damos altas risadas quando lembramos e compartilhamos essas histórias com alguém. Por isso nós do Selvageria listamos alguns erros e situações constrangedoras pelas quais já passamos.

#01 Um belo dia no ônibus, sentado ao lado do meu amigo, passa uma garota muito gata e diz: oi! Com um sorriso para ele. Logo após comentei:

"-Nossa! Que gata hein!
-Você achou?
-Po, ela é linda!
-Ela é minha namorada."

Fiquei sem palavras…

#02 Apesar da cidade que moro ser pequena, às vezes, quando encontramos amigos na rua, eles estão com uma pessoa que você não conhece, e acontece aquelas apresentações rápidas. Em um desses momentos quando fui me despedir da pessoa “recém conhecida”:

“-Tchau, er ..
-Joana!! Acabou de me conhecer e não lembra meu nome!”

(o nome não era Joana, eu acho, não sei! Botei Joana porque até hoje não lembro o nome dela)

#03 Também já aconteceu de perguntar sobre a namorada e…

“-Como está a Laura?
-Não sei cara, a gente terminou…”

#04 Até quando se pergunta sobre alguém da família:

“-Então cara, fala com a sua mãe…
-Eu não tenho mãe.
-Po cara, desculpa aí.”

(é sério, já aconteceu)

(Constrangimento por Higor A. Schumaker)

Uma vez andando de ônibus, encontrei um amigo que não via ha muito tempo. Então, tentando puxar assunto, eis que o seguinte aconteceu:
Obs. Basta saber que da última vez que eu o havia visto, este amigo havia me contado que iria ser pai. Tinha engravidado a namorada.

“- Então cara, como vai a vida? Falta quanto tempo para ser pai? (Disse algo assim)
- Nós conversamos e ela quis abortar.
- Caramba, sinto muito. Er .. bom, pelo menos vocês estão juntos né .. isso que importa.
- Ela me largou.”

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(Constrangimento por Brian A. Moreira)

Há uns três anos, na flor da minha burrice, tinha uns 14/15 anos. Meu primo e eu adorávamos atirar com minha espingarda de chumbinho 4.5 (é bem fraca), modéstia à parte éramos muito bons (eu era melhor, por ter mais tempo sozinho com a "arma").
Atirávamos em garrafas de 2 litros, passamos para 500ml, latas, e logo eu mirava apenas na tampa da garrafa.
Não satisfeito com o espaço que minha casa oferecia, propus ao meu primo que fossemos para a casa do meu avô, literalmente do outro lado da rua. E lá fomos, cerca de 18:00hs atravessar a rua com a minha carabina.

No início ficamos com um pouco de medo de alguém ver e ficar assustados, mas como se diria hoje, YOLO! Assim que saímos do meu portão meu primo disse "maneiro se a polícia passa aqui, hehehe". Desgraça de boca santa. Devíamos estar á 8m do portão do meu avô quando um carro da PM passa na direção contrária.
Nós, como os dois jumentos que éramos, ficamos plantados ali com uma espingarda na nossa mão. Com um espetacular "cavalinho de pau" os PMs estavam dirigindo em nossa direção em questão de poucos segundos.

Eu já disse que éramos jumentos? Nós dois ficamos na dúvida entre correr ou não (nunca corra de um PM), nosso instinto nos traiu por um segundo e corremos uns dois passos e travamos. Num piscar de olhos os PMs nos fecharam com o carro e estavam fora dele com armas apontadas para nós. Foi a primeira e última vez (espero) que fomos revistados.
Se um dia eu quase urinei as calças de medo, foi nesse dia. Até nos liberarem eu tive que explicar que não era uma arma de verdade, deixei eles usarem, expliquei que morava ali e estava indo para casa do meu avô, etc. Vi eles brincarem de policial bonzinho e malvado, quase fiz amizade com um.

Enfim, esse foi o dia que eu passei mais vergonha na minha vida, e os policiais pareciam se divertir.

(Constrangimento por Raphael Marques)

Deixe seu comentário abaixo com a situação pela qual você passou caso queria compartilhá-la conosco. E até a próxima matéria selvagem!

28/09/2012

Terceira estória escrita pelo colaborador Raphael Marques.

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Brian A. Moreira

Brian A. Moreira

Hipotético designer e ilustrador. Diretor do Selvageria. Overthinker, coffee addict and cinema lover. Tudo isso ao som de Beatles!

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Higor A. Schumaker

Higor Alves Schumaker

Programador e suporte de sistemas. Aficionado por carros. Um fps ao som de Linkin Park sempre cai bem.

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