Django Livre (2012)

Título original: Django Unchained

Poster Sinopse:

Django é um escravo negro liberto que, sob a tutela de um caçador de recompensas alemão, torna-se um mercenário e parte para encontrar e libertar a sua esposa das garras de Monsieur Calvin Candie, charmoso e inescrupuloso proprietário da Candyland, casa no Mississippi onde escravas são negociadas como objetos sexuais e escravos são colocados pra lutar entre si.

Diretor: Quentin Tarantino
Elenco: Leonardo DiCaprio, Jamie Foxx, Samuel L. Jackson e Christoph Waltz.
Duração: 165 minutos
Gênero: Velho Oeste/Drama/Comédia

Falamos sobre o filme, mas NÃO damos SPOILER. Então, fique a vontade.

ATUALIZADO [03/02/2014]

O primeiro filme que assisti de Quentin Tarantino na vida foi Kill Bill, que odiei veemente. A partir deste momento eu comecei a atestar que não gostava do diretor, mesmo só tendo assistido a um filme dele. Em janeiro de 2013 eu escrevi aqui uma review para Django Unchained, reclamando sobre Tarantino mais do que revisando o filme. E tendo re-lido aquela review agora, um ano depois, julgo ter sido injusto e arrogante por discriminar a obra de um diretor que eu mal conhecia. Tendo hoje assistido todos os filmes do diretor (com exceção de Kill Bill vol. II), me senti no direito de voltar aqui e remodelar minha review. Porque mesmo que eu continue odiando Kill Bill, tudo que eu assisti do Tarantino de lá até hoje me agradou (com exceção de Four rooms, que também odiei).

Na review anterior eu havia dito que não era muito fã do Tarantino como diretor. E eu enfatizei "como diretor" porque sempre achei o cara um excepcional escritor. Os diálogos de seus personagens provavelmente são o que há de mais interessante em seus filmes (pelo menos pra mim). E quanto a isto, mantenho minha opinião até hoje. Prefiro Tarantino mais como roteirista que diretor.

As Tarantinísses que costumam me incomodar um pouco são por exemplo: Aqueles "letreiros" enormes que surgem na tela; os zooms rápidos que enfatizam um personagem; o irrealismo, como em Django Unchained, quando uma mulher é zunida (de lado) pro outro cômodo da casa por causa de um tiro; e em Django também, aquele Hip-Hop que toca no filme, já que prefiro quando a trilha respeita a época em que a estória se passa. Mais tarde, lendo uma crítica, vi o Hip-Hop no filme sendo interpretado como a representação da força crescente do negro na cultura norte-americana. Interessante.

Django

Da review anterior: "Entretanto, se algo merece ser prestigiado nesta obra, este algo é seu inquestionável elenco. Waltz, Jackson e DiCaprio fazem um trabalho excepcionalmente esplendido. E não me entendam mal, Foxx se sai muito bem também. Realiza Django sem hesitações. Porém, os três antes mencionados merecem tal destaque. O filme conta até com uma interessante (e não irrelevante) participação de seu diretor, que realiza sua última cena de forma divertida e até mesmo irônica."

Além da participação do diretor, temos também a participação de Jonah Hill, num dos momentos mais cômicos do filme. Para concluir, Django Unchained é um filme bem divertido e, no meu ranking, o terceiro melhor filme de Quentin Tarantino.

Confira o trailer

18/01/2013

NOTA DO SELVAGERIA:

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Brian A. Moreira

Brian A. Moreira

Hipotético designer e ilustrador. Diretor do Selvageria. Overthinker, coffee addict and cinema lover. Tudo isso ao som de Beatles!

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